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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Após disparar, preço de imóveis deve se estabilizar

O preço dos imóveis residenciais nas grandes cidades brasileiras caminha para estabilização, com uma oferta que pode ficar até maior do que a procura em algumas regiões, afirmam especialistas. Trata-se de uma mudança de tendência, uma vez que o valor do imóvel vinha subindo fortemente nos últimos anos.

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Cresce o número de famílias que pensam em ter casa própria

Com a melhora na renda, a maior oferta de crédito e prazos maiores de financiamento para habitação, cresceu em 258 mil o número de famílias que dividem a mesma moradia com outras e passaram a ter intenção de mudar.

Eram 2,019 milhões famílias nessa condição em 2008 e passaram para 2,277 milhões no ano passado, o que representa crescimento de 11,3%. Na comparação de 2007 com 2008, esse número havia recuado quase 11%.

Seis em cada dez famílias que dividem o mesmo teto com duas ou mais famílias (coabitação) têm renda de até três salários mínimos.

Os dados fazem parte de estudo da FGV Projetos realizado para o SindusCon-SP (que reúne a indústria da construção paulista), que será apresentado hoje em São Paulo. Foram usadas informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, do IBGE.

'O crescimento econômico permitiu que as pessoas passassem a sonhar em ter uma casa própria. Antes não havia como arcar com uma prestação, por isso muitas famílias que coabitavam nem manifestavam intenção de mudar', afirma Ana Maria Castelo, consultora da FGV.

O levantamento aponta ainda que o deficit habitacional no Brasil atingiu 5,808 milhões de famílias no ano passado, ou 9,3% do total. O número ficou quase estável em relação a 2008, quando a carência por moradia atingiu 5,799 milhões de famílias.

O deficit habitacional é formado pela soma das famílias que vivem sob o mesmo teto, mas têm intenção de mudar (coabitação) e por aquelas que vivem em moradias inadequadas (cortiços, favelas) -nessa condição há 3,531 milhões de famílias.

Quase um terço dos domicílios considerados inadequados são habitados por famílias com renda mensal entre 1 e 2 salários mínimos. E 78% estão concentrados na faixa de até três mínimos.

'Não há como resolver essa questão sem políticas públicas. O que temos hoje são programas pontuais, como o Minha Casa Minha Vida', diz Eduardo Zaidan, diretor de economia do SindusCon-SP.

O número de famílias em moradias precárias caiu 6,6% na comparação com 2008 -há dois anos, eram 3,780 milhões. 'É o menor patamar dos últimos oito anos. A redução é reflexo da melhora na economia e do aumento dos investimentos', diz Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Recursos para casa própria serão insuficientes em três anos, diz Caixa

TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO


Os sucessivos recordes do crédito habitacional estão levando a Caixa Econômica Federal a começar a procurar fontes alternativas de financiamento, além dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da poupança. "Temos mais uns três anos para conseguir equacionar essa questão", disse Jorge Hereda, vice-presidente de Governo do banco, ao anunciar o crescimento de 95% nos empréstimos no primeiro semestre nesta segunda-feira.

Por lei, os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos em poupança para o crédito habitacional, mas há o temor de que o crescimento da caderneta não acompanhe o dos empréstimos nesse setor.

O montante (R$ 34,1 bilhões) contabilizado nos primeiros seis meses de 2010 já ultrapassou o valor registrado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões), levando à preocupação com o crescimento sustentável. Até dezembro, a Caixa deve fazer a emissão do primeiro pacote de securitização de sua carteira de crédito, que chegou a R$ 81,7 bilhões em junho.

A estimativa inicial de R$ 500 milhões para o CRI (Certificado de Recebível Imobiliário), "para testar o mercado" neste ano, nas palavras de Hereda, está sendo reavaliada.

De acordo com o executivo, R$ 20 bilhões já estariam prontos para a securitização, sem detalhar quais contratos ocupariam a maior parte da emissão. "Haverá um mix", disse, referindo-se a empréstimos antigos e novos, com taxas de juros diversificadas, de acordo com a época da assinatura do contrato.

A securitização consiste na transformação da carteira de crédito em um ativo financeiro. A instituição divide a carteira em partes e as vende como títulos no mercado. O comprador é remunerado no longo prazo com uma taxa de juros que varia de acordo com o papel. O banco, por sua vez, consegue, ao vender esses títulos, antecipar o recebimento dos recursos dos financiamentos.

Atualmente, a relação entre a carteira de crédito imobiliário e o PIB (Produto Interno Bruto) no Brasil é de cerca de 3%, patamar que, na opinião de Hereda, pode atingir 10% até o final de 2015.

No acumulado deste ano até maio, a Caixa contabilizou 55% dos empréstimos, em valor, feitos com recursos da poupança, patamar semelhante ao registrado em todo o ano de 2009 (57%), que teve forte elevação ante 2008 (31%) devido ao temor dos outros bancos durante a crise econômica mundial.

Sobre a valorização dos imóveis, o vice-presidente do banco diz acreditar que não se trata de uma bolha porque os preços estavam baixos e os bancos são rigorosos na análise de crédito. A inadimplência acima de 90 dias subiu de 1,4% da carteira em dezembro para 1,5% em janeiro e se manteve nesse nível até junho.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Caixa facilita acesso de funcionários dos Correios à casa própria

14/07/2010 - Foi assinado na manhã desta terça-feira (13/07), pela presidenta da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, e pelo Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Carlos Henrique Almeida Custódio, acordo de cooperação para concessão de financiamento habitacional e convênio de consignação em folha de pagamento, entre outros produtos e serviços, para os empregados ativos dos Correios.

O acordo beneficia diretamente cerca de 100 mil funcionários dos Correios, que terão como principal atrativo o Financiamento Habitacional. A partir de agora, os empregados da ECT podem obter até 100% de financiamento, para imóveis avaliados em até R$ 350 mil, que poderão ser parcelados em até 30 anos, com a prestação debitada em conta corrente.

Outro benefício para os funcionários dos Correios é o acesso ao crédito em consignação, com desconto em folha de pagamento. Os servidores também terão acesso a tarifas diferenciadas nas cestas de serviço da Caixa, além de descontos nas taxas de cheque especial e na anuidade dos cartões de crédito.

“Hoje, as empresas firmam convênio que trará a garantia do acesso à casa própria em condições diferenciadas para os servidores, além de fechar a operação do crédito consignado”, afirmou a presidenta Maria Fernanda. “Assim, ambas as instituições confirmam a sua missão, que é atuar na promoção da cidadania e no acesso ao crédito”, completou.

Segundo o presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio, o acesso ao financiamento habitacional é uma condição de melhoria de vida. “A condição de ter a moradia própria é um problema a menos para o trabalhador. É tudo isso o que a empresa busca: o bem estar do funcionário para que ele possa trabalhar melhor e representar a empresa cada vez melhor”, comemorou.

Os serviços estarão disponíveis até o fim deste mês e poderão ser contratados em qualquer agência da CEF ou correspondentes imobiliários para os financiamentos habitacionais.

sábado, 15 de maio de 2010

O sonho da casa própria mais perto

O 6º Feirão da Caixa em Fortaleza recebe quase 3 mil pessoas somente na primeira hora de funcionamento. O evento segue até amanhã no Centro de Negócios do Sebrae a partir das 10 horas. São 20 mil imóveis em oferta

Há seis meses que o cabo do Corpo de Bombeiros, Celso Prata, procura um imóvel para comprar no Conjunto Ceará
Maria Genice e Valci são casados há dois anos. Ainda sem filhos, a auxiliar de enfermagem e o motorista foram até o 6º Feirão da Caixa para tentar comprar o primeiro imóvel próprio. Com toda documentação em mãos, o casal tentava conseguir a carta de crédito para o apartamento de dois quartos no bairro Castelão que está buscando. ``Tenho alguns em vista, mas agora é que vou procurar mesmo``, conta ela.

Assim como Genice e Valci muita gente esteve ontem no Feirão da Caixa, que segue até amanhã no Centro de Negócios do Sebrae. Com mais de 20 mil imóveis em oferta e funcionários da Caixa para realizar o atendimento no próprio local, o Feirão é uma referência para quem quer comprar um imóvel. Nas ilhas de atendimento, cada negócio fechado era alardeado em megafone, com direito a apito e palmas. E com toda razão, já que a compra de um imóvel significa, para a maioria das pessoas, uma mudança de vida.

E mais de 2.800 pessoas buscaram essa mudança somente na primeira hora de funcionamento do Feirão no dia da abertura. ``Se nossa expectativa inicial era de que 27 mil pessoas iriam visitar a feira durante os três dias, esse número representa 10% deste total já na primeira hora``, comemorou Carlos Augusto Borges, vice-presidente de Atendimento e Distribuição da Caixa, que veio à Fortaleza para abertura do evento. Ele lembrou que a situação econômica do País, o subsídio do Governo para imóveis que se encaixem nos parâmetros do Minha Casa Minha Vida, e a concorrência entre as construtoras e imobiliárias faz com esse seja o momento ideal para quem quer comprar um imóvel. ``As prestações saem mais baratas do que um aluguel``, afirmou.

Centro de Negócios
Não se formaram filas na abertura do 6º Feirão na manhã de ontem. As pessoas que aguardavam a abertura do Centro de Negócios do Sebrae se acumularam na porta, mas logo após a abertura do evento o espaço para entrada foi esvaziado. As pessoas que ainda não sabem exatamente o que podem comprar devem parar nas ilhas de simulação logo no início da feira (de comprovante de renda e identidade em mãos para facilitar). Mas quem já sabe o que quer, pode ir direto para as ilhas de atendimento e buscar a carta de crédito. Depois, basta circular entre os stands das 71 construtoras e 53 imobiliárias para escolher o imóvel e, se quiser, fechar negócio.

domingo, 2 de maio de 2010

Preços de imóveis disparam até 40% em São Paulo

Quem procura imóvel residencial para comprar na cidade de São Paulo está levando um susto. Em cinco anos, os preços de casas e apartamentos novos subiram, em média, entre 30% e 40% na capital paulista, ante os 22% de inflação registrados no período, informam Denyse Godoy e Mariana Sallowicz, em reportagem da Folha deste domingo.

Segundo a reportagem, no caso dos imóveis usados, a elevação dos valores beira os 30% em um intervalo de três anos, quando o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), ficou em 16%.

Em 2005, o metro quadrado de uma casa ou um apartamento de dois quartos recém-lançados no município valia cerca de R$ 1.894, de acordo com dados levantados exclusivamente para a Folha pela consultoria Embraesp.

Esse montante passou a R$ 2.706 em 2009. Assim, um apartamento de 100 m2 em tal segmento na cidade passou de R$ 189,4 mil para R$ 270,6 mil no final desses cinco anos -uma alta de 43%.

Entre os bairros que tiveram as maiores valorizações na capital paulista, estão Jardins, Barra Funda e Butantã, aponta outro estudo elaborado pela Inteligência de Mercado Lopes e obtido pela Folha.

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Feirão da Caixa terá 450 mil imóveis à venda neste ano no país


TATIANA RESENDE


Mais de 450 mil imóveis estarão à venda em 13 cidades do país no Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal entre 7 de maio e 11 de junho. O evento ainda será completado por 41 feiras de menor porte, sem detalhar os locais.

Preços de imóveis disparam até 40% em São Paulo
Vendas de imóveis usados crescem 36% em janeiro no Estado de SP
Financiamento imobiliário com recursos da poupança bate recorde

A feira passará por Belém, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Uberlândia, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Recife, Porto Alegre, Fortaleza, Campinas e Florianópolis.

A sexta edição do evento terá 200 mil moradias dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. A previsão é que os negócios realizados durante o feirão totalizem R$ 3,5 bilhões.

Apenas em São Paulo serão oferecidos 151.845 imóveis, sendo 35.919 pelo Minha Casa, Minha Vida. O evento considera a capital, Grande São Paulo e Baixada Santista.

A Caixa bateu novo recorde em financiamento habitacional neste ano, com a contratação de R$ 19,6 bilhões até 23 de abril, o suficiente para atender 323.268 famílias, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira. O montante é 126% superior ao emprestado no mesmo período do ano anterior. Em quantidade, a expansão é de 71%.

O programa federal Minha Casa, Minha Vida teve 417.814 contratos assinados até o dia 26 de abril, totalizando R$ 23,5 bilhões em investimentos.

A vantagem do feirão para quem está procurando um imóvel é reunir em um único local todos os agentes da cadeia, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos do banco responsáveis por analisar e liberar os financiamentos.

Consultores alertam, no entanto, para que os futuros mutuários avaliem com calma as condições do empréstimo e não apenas se a parcela vai caber no orçamento, além da estrutura do imóvel e do seu entorno, o que inclui transporte, comércio local e segurança, para não se arrepender depois do negócio fechado.

As linhas de financiamento da Caixa atendem a todas as faixas de renda familiar, têm prazo de pagamento de até 30 anos e juros que variam entre 4,5% e 13% ao ano, mais TR.

Veja o cronograma dos feirões:

Belém: 7 a 9 de maio
São Paulo: 13 a 16 de maio
Fortaleza: 14 a 16 de maio
Curitiba: 20 a 23 de maio
Salvador: 20 a 23 de maio
Rio: 20 a 23 de maio
Recife: 21 a 23 de maio
Brasília: 21 a 23 de maio
Uberlândia: 21 a 23 de maio
Campinas: 21 a 23 de maio
Florianópolis: 21 a 23 de maio
Porto Alegre: 21 a 23 de maio
Belo Horizonte: 11 a 13 de junho

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O ano da casa própria

Um dos maiores desejos dos brasileiros, o sonho da casa própria, voltou com tudo em 2010 após os tropeços da economia mundial

Carlos Henrique Coelho (Jornal O Povo)


Para quem pensa em comprar a casa própria, 2010 pode ser o ano da tão sonhada conquista. Passado o susto da crise financeira, órgãos do setor imobiliário e construtoras apostam em um forte crescimento nas vendas, graças ao acesso cada vez maior ao crédito e devido aos programas habitacionais do Governo Federal, como o Minha Casa, Minha Vida.

É o caso da agente de negócios Alessandra Bezerra, que procura um apartamento para ela e os filhos. Cautelosa, aposta em imóveis de no máximo R$ 100 mil. Para a aquisição, fará uso do programa de financiamentos da Caixa. ``Vou dar 30% de entrada, que é o mínimo exigido. Seria bom se pudesse entrar com menos ainda``, sorri.

Alessandra aposta nos bairros que mais crescem em Fortaleza, que ficam na região Leste. ``Quero algo na Parquelândia ou Água Fria. A cidade não tem mais para onde avançar``, conta.

Segundo o tesoureiro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Armando Cavalcante, o mercado imobiliário atualmente dispõe de um bom volume de dinheiro para financiamentos. ``Em 2010 serão R$ 57 bilhões contra R$ 44 bilhões no ano passado, isso somente do Governo Federal, fora a participação de bancos privados``, contabiliza.

A verba para financiamentos de imóveis deve fechar 2010 em R$ 100 bilhões, segundo Cavalcante, e vai aquecer o setor principalmente das residências mais modestas. ``É ano eleitoral e o Governo quer atingir o -povão- com este tipo de benefício``, declara. Mas ele lembra que isto não impede que as verbas também sejam voltadas para unidades de classes média e alta.

Para Sergio Porto, que ocupa a presidência do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Edifícios em Condomínios Residenciais do Estado do Ceará (Secovi), a escalada de crescimento acontece desde 2005 no mercado.

Financiamentos
Segundo ele, a expectativa é de que o balanço de 2009 para o setor feche com mais de 10% de crescimento em relação a 2008. Pelas suas contas, como o fantasma da crise deixou de assustar, 2010 deverá até dobrar os resultados e superar os 20% de crescimento. ``Devemos ter uma base de vendas girando em torno de R$ 1,8 bilhão, isto só com unidades novas``, acredita.

A verba disponível para os projetos são fundamentais no crescimento do setor popular, mas não só este segmento será beneficiado. Os imóveis de luxo também pegam a onda dos financiamentos. ``Há três anos, 80% das unidades eram financiados por nós mesmos (construtoras), hoje ocorre o contrário e só ficamos com os 20% restantes``, afirma o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Industria da Construção Civil (Sinduscon-CE), André Montenegro.

Para o setor, esta mudança é recebida com bons olhos. ``Isso é ótimo, pois não somos bancos nem financeiras e podemos nos concentrar no que sabemos, que é construir``, disse Montenegro.

Ele engrossa a lista dos que acreditam em um crescimento forte e voltado para a população de menor renda este ano. ``Estamos esperançosos em uma evolução de 10% a 15%. Existe crédito e demanda para isto. 2010 é o ano``, ressaltou.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sua Casa Própria Sem Juros, Sem Comprovação De Renda E Sem Consulta Ao Spc/Serasa!

Em lançamento o maior Marketing MultiNível do Brasil! Imagine ter sua casa própria financiada, sem consulta ao SPC ou SERASA, sem comprovar Renda, com apoio do Governo Federal! Veja como conseguir sua casa própria e ainda ganhar muito dinheiro com este novo negócio.

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